Por dentro do blog 2

Não dá, gente.

Muito corrido

Só volto na segunda-feira.

Até lá.

Por dentro do blog 2

Ausência

Ausência forçada por excesso de trabalho. Mas prometo: volto na quarta.

Ausência

Por dentro do blog

Hoje o dia está sofrível.

Não postei nada ainda porque a conexão com a Internet está titubeante.

Um asco!

Por dentro do blog

É isso aí – Ana Carolina e Seu Jorge (mais um cello)

Para mim, os instrumentos de som mais bonito são a trompa (o instrumento dos anjos) e o cello (o instrumento que mais se aproxima da voz humana).

O cello, em específico, costuma ser utilizado em apresentações de músicas contemporâneas, como um fundo musical para os cantores.

Para exemplificar, posto abaixo um vídeo da Ana Carolina (uma das jóias raras da música brasileira) e Seu Jorge. Eles cantam É isso aí.

Há uma violoncelista que toca quase a música inteira. O efeito é muito aprazível.

É isso aí – Ana Carolina e Seu Jorge (mais um cello)

Cocaine – Skazi

Alguns leitores me chamam de “quadrado” e de “velho” somente por causa de minha, digamos, quase obsessão pela música clássica. Então, para quebrar paradigmas, posto abaixo um psytrance do DJ Skazi. O nome da música é Cocaine. Acho que nem preciso dizer a tradução, não é mesmo?

Ao contrário do que pensam muitos, o nome da música ou o conteúdo nela contido não significa nenhuma apologia; também como não significa que quem as ouve consuma a droga – claro, há exceções. O psytrance costuma trazer algumas letras anormais. Há aquela famosa, do Infected:

I’m the supervisor/ I have the taxi number – simplesmente isso.

Pelo menos ninguém pode acusar os DJs de psy de utilizar mensagens subliminares nas músicas, hehe.

Cocaine – Skazi

Parte da União no pré-sal deve ser flexível

Da Folha de S.Paulo

A parte da União na partilha do petróleo do pré-sal deverá variar de acordo com o risco de exploração de cada poço. Segundo a Folha apurou, essa é a fórmula que conta com maior simpatia no grupo de ministros criado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para propor o novo modelo de exploração do petróleo.
Em campos em que as chances de achar petróleo forem maiores, como aqueles que estão perto de Tupi, já descoberto na bacia de Santos, o governo exigirá ganho maior na divisão da produção. Em áreas nas quais o risco for maior, a União aceitará que o investidor privado fique com parcela maior.
Também está praticamente fechado que os responsáveis pela exploração terão que ser escolhidos por meio de processo público, como uma licitação.
Essa é uma exigência legal no Brasil. Haveria obstáculos legais para que a nova estatal que será criada para controlar os recursos do pré-sal fugisse da exigência de um procedimento licitatório.
O governo avalia que essa fórmula lhe dará flexibilidade nas decisões sobre a parcela a ser apropriada pela União, sem, no entanto, desestimular o investimento privado. A participação variável da União nos empreendimentos é uma característica do sistema norueguês, que deverá ser reproduzido parcialmente no Brasil.
O modelo nacional terá de sofrer adaptações em relação à Noruega. Naquele país, a estatal encarregada do petróleo faz investimentos diretos na exploração. Ou seja, desembolsa recursos para se tornar sócia no negócio. O valor da participação estatal varia e depende exatamente do risco.

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Parte da União no pré-sal deve ser flexível

Governo faz Petrobras cancelar negócio

De O Estado de S.Paulo

Por pressão do Planalto, a Petrobrás voltou atrás num negócio estimado em US$ 150 milhões: a venda de parte de uma mina de silvinita, da qual se extrai o potássio, para a empresa canadense Falcon. A jazida se localiza no município de Nova Olinda do Norte, no Amazonas. A informação foi confirmada ao Estado por três ministros.
A venda da mina irritou a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, pois o potássio é matéria-prima para fabricar fertilizantes – insumo considerado estratégico para o País manter sua posição de líder na produção agrícola mundial. Segundo um técnico da área, Dilma teria pedido ao presidente da estatal, José Sérgio Gabrielli, que “estudasse uma forma legal de desfazer o negócio”.
O pedido foi feito pessoalmente pela ministra há cerca de duas semanas, mas uma fonte contou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva também ficou contrariado. Ele teria orientado a Petrobrás a pagar a multa contratual, o que a desobrigaria de concluir a transação. “O governo percebeu que a venda não foi boa”, disse um assessor que acompanha o assunto.

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Governo faz Petrobras cancelar negócio