Por dentro do blog

Caros,

Hoje o dia está corrido. Se possível, posto algo no final da tarde.

Até mais.

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Para dar um pouco de risada

Para dar um pouco de risada

Glória in Excelsis Deo – Vivaldi

Gloria in Excelsis Deo faz parte do repertório de músicas da cantata sacra Glória., mais conhecida como “Glória de Vivaldi”.

Antonio Vivaldi foi um importante compositor italiano do período barroco da música erudita. Nessa etapa da história da música, as orquestras eram menores, geralmente compostas apenas por cordas e alguns instrumentos de madeira. Pelo o fato de ter um grupo diminuto de músicos, as orquestrações e todas as suas peculiaridades não eram muito trabalhadas pela falta de capacidade e potencial sonoros. Percebe-se claramente a, digamos, pureza musical nessa obra. A música evolui sem grandes variações e o tema central (ou idéia fixa) é explorado de forma objetiva.

Vivaldi, por incrível que pareça, chegou a ser esquecido com o advento do classicismo. Seu legado voltou para as salas de concerto somente na segunda década do século 20. De sua obra conservam-se 456 concertos, 73 sonatas, 44 motetos, três oratórios, duas serenatas, cerca de 100 árias, 30 cantatas e 47 óperas.

Glória in Excelsis Deo – Vivaldi

O Apocalipse e um novo(?) Anticristo

Um dos livros mais fascinantes que já li foi o Apocalipse, de João. Inspirado por grandiosas revelações lho feitas em um arrebatamento celeste, o escrevinhador consegue usar uma linguagem na qual a lógica simbólica transcende a realidade humana e remete-nos a cenários futuros com a certeza de uma coisa: o fim de tudo!

Talvez por trazer em seus textos essa imposição do horror psicológico, a palavra apocalipse tenha tido seu verdadeiro sentido deturpado. Em ipsis litteris, significa “revelação”, e não “o fim” – ou, até mesmo, “o-fim”.

João consegue nos envolver de uma maneira fausta, sempre levando-nos a reflexão. É um livro para todos os tipos de hermeneutas, literatos, curiosos, intelectuais e cientistas. A mensagem abordada por João nem parece ter sido escrita há mais de dois mil anos. Ela se revigora cotidianamente, abrindo um leque de interpretações para todos os tipos de povos, culturas e religiões. Talvez, por isso, depois dos Quatro Evangelhos seja o livro mais importante (não que os demais não tenham sua importância) do Cânon bíblico.

O mais interessante do livro Apocalipse é a capacidade de ser adaptado em diferentes períodos da história e sempre permanecendo coevo. Quando surgiu Hittler, na Alemanha nazista, há quem dissesse que ele seria o Anticristo. Todas as retóricas hitllerianas beiravam a perfeição humanística e a paz mundial. Vimos no que deu e, nem por isso, ficou provado que ele era o Anticristo. A mesma coisa aconteceu com Mussolini, na Itália. Há até quem defendia a corrente de pensamento de que a Rússia constituiria o reino do Anticristo – e, admitamos, há uma dialética causal nisso –, porém, vimos ruir mais essa teoria.

Agora, penso cá com meus botões, o repentino aparecimento de um homem que prega um governo mundial, que promete mudar o mundo, que tem um ar messiânico e uma capacidade invejável de enlevar multidões aos milhões ao redor do globo em translação de palavrórios fúteis – mas com uma potência discursiva inegável -, que utiliza o discurso massivo de “mudança” mesmo sem especificar os rumos pelos quais será viabilizada essa tal de “mudança” – ou Change – …huummm…Tudo isso me faz colocar as barbas de molho, hehe

O Apocalipse e um novo(?) Anticristo

De olho em 2010, Lula fará maratona de inauguração de obras

Do Correio Braziliense

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu ontem, no Palácio do Planalto, os prefeitos eleitos do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PMDB), e de Belo Horizonte, Márcio Lacerda (PSB). Em dois encontros separados, que demoraram cerca de 20 minutos cada um, Lula reafirmou a disposição de fechar parcerias com os municípios e, assim, assegurar palanques Brasil afora para inaugurar obras até 2010, quando tentará eleger o sucessor. Autores dos pedidos de encontro, Paes e Lacerda são peças centrais nessa estratégia, uma vez que comandarão o segundo e o terceiro maiores colégios eleitorais do país.

“Reverteremos o quadro de isolamento político da cidade nos últimos 20 anos”, disse Paes, referindo-se ao período no qual a capital fluminense foi comandada pelo atual prefeito, Cesar Maia (DEM) e seus aliados. “Hoje, inicia-se uma nova era, com prefeito, governador e presidente trabalhando juntos pelo Rio”, acrescentou. Na reunião, Paes arrancou do presidente o compromisso de ajuda da União para a revitalização da zona portuária do município. Favorita de Lula para disputar a próxima eleição presidencial, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, representará o governo na empreitada.

“PT e PMDB estarão unidos em torno de um mesmo candidato à Presidência em 2010”, declarou o governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), mentor da campanha de Paes e nome cotado para ser vice numa chapa encabeçada por Dilma. Na audiência, Cabral e Paes também conversaram com Lula sobre outros projetos cuja execução depende de recursos federais. Entre eles, a ampliação do metrô e a implantação do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) no Complexo da Penha. Além do resultado eleitoral em Minas, o metrô também foi assunto da conversa de Lula com Lacerda e o atual prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel (PT).

Segundo Lacerda, o presidente disse que a União participará da Parceria Público-Privada (PPP) destinada a ampliar a malha metroviária na capital mineira. Teria concordado, inclusive, com o modelo proposto, que obriga o governo federal e os empresários a realizarem os maiores desembolsos, reservando fatias menores para o estado e o município. A obra está orçada entre R$ 2,5 bilhões e R$ 3,5 bilhões. Se tirada do papel, aumentará a capacidade de passageiros do metrô, num prazo de seis anos, de 150 mil para 800 mil ao dia. “O projeto é prioritário para nós e para o governo federal, porque faz parte das obras necessárias para a Copa do Mundo de 2014”, declarou Lacerda.

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De olho em 2010, Lula fará maratona de inauguração de obras

PT retira pressão e vai apoiar Temer

De O Estado de S.Paulo

Entre a candidatura do senador Tião Viana (PT-AC) a presidente do Senado e a estabilidade política do governo Lula, o PT ficou com a segunda opção. Foi com este discurso que o partido recuou da queda-de-braço travada nos últimos dias com o PMDB do candidato a presidente da Câmara, Michel Temer (SP), e se comprometeu a apoiar o PMDB na sucessão da Câmara, sem exigir reciprocidade para eleger Viana no Senado.
O recuo foi decidido durante jantar da bancada de senadores do PT na terça-feira, em que o partido não só oficializou a candidatura de Viana como decidiu que vai sustentá-la “até o fim”, apesar de o PMDB do Senado insistir que as regras da Casa garantem aos peemedebistas o direito de indicar o candidato a presidente, na condição de maior bancada. Neste quesito, o PT vem em quarto lugar, atrás do DEM e do PSDB.
“Temos uma aliança estratégica com o PMDB há seis anos, que foi decisiva para a governabilidade, e não podemos pôr essa governabilidade em risco”, argumentou o senador Aloizio Mercadante (PT-SP), poucas horas depois de deputados do PMDB terem ensaiado uma rebelião contra o PT, ameaçando romper a coalizão e a parceria que o presidente Lula quer estender à sucessão de 2010. “O governo precisa ter estabilidade parlamentar, especialmente durante a crise financeira internacional”, emendou.
A avaliação geral dos petistas foi de que era preciso repensar a tática da pressão sobre o PMDB da Câmara, que cobrava o cumprimento do acordo que garantiu a eleição do atual presidente, Arlindo Chinaglia (PT-SP), dois anos atrás, em troca do apoio a Temer agora. “Retiramos o condicionamento e ajustamos o tom para fazer uma construção política em torno de Tião, como um nome da instituição, para fortalecer e melhorar a imagem do Senado”, disse ontem a líder petista Ideli Salvatti (SC), reformulando o próprio discurso, em que exigia a reciprocidade. “A queda-de-braço não é boa para ninguém, inclusive porque cria um campo fértil para a candidatura do deputado Ciro Nogueira (PP-PI)”, concluiu Ideli.

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PT retira pressão e vai apoiar Temer

Luz para Todos não cumpre meta de 2 milhões de famílias

Da Folha de S.Paulo

O governo Lula não conseguirá cumprir a meta de 2 milhões de famílias atendidas pelo Luz para Todos até o final do ano. O atendimento de ao menos 200 mil dessas famílias será empurrado para o primeiro quadrimestre de 2009, disse o Ministério de Minas e Energia.
Lançado em 2003 pela então ministra de Minas e Energia Dilma Rousseff, hoje na Casa Civil e principal presidenciável petista para 2010, o programa tinha como meta inicial 2 milhões de ligações até 2008.
Esse número, baseado no Censo 2000, foi ampliado no ano passado, saltando para quase 3,2 milhões de ligações. A meta inicial permaneceu para 2008, e o restante 1,17 milhão ficou para o final de 2010.
Para atingir a meta de 2 milhões neste ano de eleições, a idéia do governo era atender ao menos 585 mil famílias. O plano fracassou. Até a semana passada, apenas 308,2 mil haviam deixado a exclusão elétrica, totalizando a marca de 1,74 milhão desde a sua implantação.
Tratado como uma “revolução” pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o Luz para Todos tem um forte apelo eleitoral, pois mexe com a estrutura e os costumes das comunidades beneficiadas pela energia elétrica. Muitos políticos aproveitam essas inaugurações para autopromoção.

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