Fala o povo

Huummm.

Eu sabia…

Já há um monte de gente indignada com o meu comentário sobre a Literatura Marginal e a cultura da periferia. Acusam-me de ser um, pasmem! sujeito sem amor.

Oh, vocês não sabem como estou d’amor ferido. Ai, deus, val! Passarei a dizer bem talhado: ai, deus, val!. Oh, como estou d’amor coitado. Ai, deus, val!

Deixo-os falar. Todos em azul. Eu, como sempre, em vermelho.

Vc passa dos limites com eesses seus ideais maldosos. Você deveria dar graças a deus pela periferia produzir coisas que pelo menos não fazem mau para ninguém. Não é porque vc escreve muito bem quer dizer que os demias não prestam.

Reflita um pouco e você vai ver que é sim muito rica essa cultura que vc chama de emergente.

Sônia

Não é “mau”. É mal, com “l” no fim. E outra: onde afirmei que os habitantes da periferia não prestam? Só falei do conteúdo produzidos por eles, nada mais.

Dói ler uma crítica tão pesada contra algo tão puro, que nasceu com o melhor dos objetivos. Se vc soubesse como é dura a vida na periferia saberia que muitas vezes a literatura é a única coisa que a quela gente costuma recorrer para se distraírem

Douglas Gomes

Imagino como deve ser a vida dessas pessoas. Mas isso as habilita a escrever? As habilita a impor-me tais livros? As habilita a criticar a elite e se referirem à P.M. da forma pejorativa como de costume? (claro, não estou generalizando. Há gente firmeza na periferia)

Leandro,

Concordo com muita coisa que você diz, mas discordo de muitas também. Pense comigo: vocês fez referência em ensinar Goethe para as pessoas da favela (não gosto desse termo). É claro que seria desproporcional. Eles entenderiam? Rejeitam porque não querem e não têm capacidade de compreenderem isso.

Fique com um grande abrço

Felipe Tadeu

Ai, papai!!!  

Prezado colunista,

Pisar em desfavorecidos é uma maldade sem tamanho. Se vc é da elite, sorte sua; mas isso não o habilita a pisar na periferia.

Você chega a ser patético.

Adriano – um qualquer um

Não “pisei” em ninguém. Apenas comentei um prólogo cheio de erros gramaticais e absurdos sociais. NÃO TENHO NADA CONTRA QUEM MORA NA PERIFERIA. NADA…ABSOLUTAMENTE NADA. Só que o estilo literário deles não me agrada. Isso é pisar em alguém?

Leandro,

Apesar de ter rido muito com seu texto, confesso que acho que você pegou muito pesado. Que desprezo é esse? Pq essa raiva de quem quer apenas fazer o seu? Porque tanta falta de amor com o próximo?

Com muita consideração

Margareth.

Raiva? Eu?

Falta de amor? Eu?

Oh, que comentário mais kafkaniano!

Primo,

Vc é demais

Danilo Vieira.

Esse comentário não vale…

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