O coitadismo eterno dos indiozinhos

Há no Brasil um movimento fiel a uma cartilha confeccionada no mundo submarxista: dividir o país em grupo de pessoas que, de certa forma – ou até mesmo nenhuma –, sejam vítimas de fatos históricos. Para isso, essa gente se vale de pura torpeza, conversa-mole, apoio da Igreja Católica e o pior: de financiamento público.

O julgamento sobre a Reserva Raposa Serra do Sol, a ser retomado amanhã pelo Supremo Tribunal Federal, é um exemplo emblemático de que o vitimismo  sempre presente pode fraudar a lógica de questões iminentes. Debate-se se, neste caso, índios devidamente aculturados precisam de reservas de terras para caçar e praticar todos os ritos pertinentes às suas sobrevivências. Mas, como se sabe, trazer à dialética o coitadismo dos indiozinhos que foram cruelmente dominados pelos homens brancos é de praxe. Vocês sabem, em instantes teremos índios reivindicando territórios na Avenida Paulista, na Avenida Europa, na Vieira Souto…

Pura mistificação!

Os mesmos indiozinhos que reivindicam a demarcação contínua da reserva, hoje, gozam das sinecuras do capitalismo: usam celulares, têm notebooks, compram em grandes centros comerciais; não dormem mais em redes, mas, sim, em um colchão; não constroem mais palafitas, mas constroem casas; tiram fotos em máquinas digitais, etc…Sim, tem muito índio no interior do país vivendo melhor que um trabalhador de São Paulo com registro em carteira.

Os arrozeiros ocupam apenas 0,7% da reserva, e, esses [“pequeninos”] 0,7% cultivam o arroz – indispensável para o abastecimento da região, segundo informações do próprio Ministério da Agricultura. 

Crer, portanto, que aquela região imensa (equivale a 11 cidades de São Paulo) é fundamental para a sobrevivência de 15 mil índios (número estimado) é algo de gente que tem de andar sobre quatro patas.

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