Israel mata ao menos 30 em escola da ONU.

Da Folha de S.Paulo. Faço algumas intervenções em vermelho.

Ataques lançados por Israel deixaram pelo menos 30 mortos e 55 feridos ontem em uma escola das Nações Unidas na faixa de Gaza, informou a ONU [Jornalista trabalho sempre com o impacto. Preste atenção na manchete da notícia e na conclusão do lead. Temos a impressão de que Israel bombardeou a escola, não é mesmo? Pois bem, adiante]. Médicos da região contaram 42 mortos. Foi o pior incidente em 11 dias de ofensiva contra o grupo fundamentalista islâmico Hamas, em meio ao avanço da invasão israelense a Gaza.
Segundo a ONU, 350 civis haviam se refugiado da violência na escola Al Fakhora, no campo de refugiados de Jabaliya, no norte de Gaza, e foram surpreendidos por três bombas da artilharia israelense, que atingiram uma aglomeração do lado de fora da escola, espalhando estilhaços dentro do local. [Epa! Você prestou atenção? “…que atingiram uma aglomeração do lado de fora da escola”. Vê-se o viés místico que se tenta criar ao atribuir algo inverídico a Israel. A bomba não foi atirada contra a escola, mas sim, contra quem estava fora da escola. Daí, vem uma gente que adora deturpar a verdade e afirma que Israel bombardeou a escola. Mistificação!]

O Exército de Israel afirmou que os ataques foram em reação a disparos feitos da escola pelo Hamas, que estaria usando civis como “escudos humanos”. [Aí está: só massacram Israel por algo que não cometeu, mas ninguém condena o fato de os milicianos do Hamas terem atraído civis para dentro da escola afim de usá-los como escudos humanos].  Disse também que dois responsáveis por unidades de disparo de morteiros do Hamas estavam entre os mortos.
Dois moradores de Gaza citados pela agência Associated Press disseram que os fundamentalistas usaram uma rua próxima à escola para lançar morteiros contra soldados israelenses. John Ging, diretor em Gaza da UNRWA, agência da ONU para os refugiados palestinos, disse que a região da escola, densamente povoada, foi local de combates entre o Hamas e soldados israelenses: “Há intensa atividade de militares e milicianos na área”.
Ging afirmou que a triagem feita pela ONU impede a entrada de milicianos do Hamas na escola e que Israel recebeu da entidade as coordenadas do local: “Era inevitável um alto número de mortos se bombas atingissem a área. Não há lugar seguro em Gaza. Todos aqui estão aterrorizados e traumatizados”. Ele pediu uma investigação independente do caso.
O Acnur (Alto Comissariado da ONU para Refugiados) disse que o ataque “foi uma clara violação humanitária e da legislação internacional”. [Israel atacar o Hamas para se defender é violação humanitária. E o Hamas usar civis como escudo humano em uma escola da ONU é o quê?]

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