Pausa no blog

Queridos,

Devo viajar neste fim de noite e voltar somente no dia 1 de março. Todavia, meu fiel e escudeiro amigo laptop acompanhar-me-á, como sempre.

Torço para qie o sistema TIM 3G se comporte de maneira exemplar, igual ao final de 2008 — então em Angra e Itamogi (!).

E, como sabem, um rapaz reservado como eu não se  mistura em blocos explodindo de gente exalando aquela lhorfa peculiar. Quem sabe, no ano que vem, eu vá ao Carnaval do Rio — mas, claro, acomodado em instalações da Nestlé.

Não sou muito fã de balocobaco, gritaria e pessoas levando a cabo as comemorações carnavalescas gregas do século VII a.C: libertinagens, licenciosidades, sexo desenfreado, bebidas em excesso e orgias…

Ainda hoje devo voltar com algum post.

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Pausa no blog

Mais um fã de Villa Lobos

Um leitor, Pedro, indignado com minha linha de raciocínio que tende a desmistificar Villa Lobos, enviou-me alguns aforismos.

Recorro ao velho e bom hábito de sempre: ele, em vermelho; eu, em azul

Caro Leandro Viera ,você trata a musica brasileira(pelomenos a erudita)como se voçê conhecesse tudo . Ja ouviu falar de JOSÉ MAURÍCIO NUNES GARCIA ?

Tal questionamento assemelha-se à pretensão de perguntar a Vladimir Ashkenazy se porventura conhecera a Shostakovich.

É claro que sim

O sujeito acha que vai me pegar só porque as obras de Garcia não são tão executadas.

Bem você devesaber que cada compositor tem seu estilo!”Vai ser ufanista lá longe”

Não, Pedro, não sabia. Se não é você pra me ensinar isso jamais tomaria ciência de tamanho saber. Eu jurava de pés juntos que Albinoni compunha para tubofone e até mesmo para, pasme!: trompa wagneriana.

Vou Precisar de terapia bethoviana depois de ler você!As bachianas Brasileiras nº5 tem um vocalize BELLISSIMO alem do tratamento dado aos Cellos! se as Bachianas nº5 eum voclize horroroso a ária da rainha da noite de A FLAUTA MÁGICA DE MOZART TAMBEM É (É SÓ UMA COMPARAÇAO)

E eu vou precisar ler Camões urgentemente depois de ler esse teu texto com um português sofrível.

Ta bom, ta bom… Admito que peguei um pouco pesado com a Bachiana n.5. As sincopas escritas e elaboradas por Villa são tecnicamente perfeitas. Há, sim, uma grande presença de variações de tons – não necessariamente no tom exposto pós-clave, mas, para ser didático, direi no decorrer da escrita. Com relação ao trato dos cellos, bem, há um momento em que os sons se perdem e nos fica praticamente impossível de distinguir o que violoncelista esta a executar: uma rápida passagem de poluição sonora mesmo, que só traz à evidência a falta de prática para escrita orquestral de Villa.Isso é fato: suas sinfonias são um desastre.

Já Mozart, meu caro, só compôs sinfonias perfeitas. Nem todas me aprazem, como a número 15, por exemplo. E, cá entre nós, que sacanagem comparar Mozart com Villa, não?

Já está virando hábito esses seguidores contumazes do nosso maior compositor caipira virem aqui e me infernizar.

Sem problemas… Eu digito com os 10 dedos.

Próximo…

Mais um fã de Villa Lobos

Câmara recua e terá de entregar CNPJ de notas entregues por deputados

De O Estado de S.Paulo

Diante das reações negativas à divulgação parcial das prestações de contas do uso da verba indenizatória, a Mesa Diretora da Câmara voltou atrás ontem e decidiu tornar público o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) das empresas e estabelecimentos comerciais que receberem recursos dos deputados. Decisão tomada na véspera restringia a divulgação na internet ao nome do fornecedor, número da nota fiscal e valor da despesa. O CNPJ facilita o rastreamento dos proprietários e da situação fiscal das empresas.

A verba indenizatória garante aos deputados R$ 15 mil mensais, além dos R$ 16,5 mil de salário. Os dados dos comprovantes de gastos se tornarão públicos a partir de abril. Está mantida, porém, a decisão de não divulgar as prestações de contas feitas antes do ato da Mesa Diretora, o que garante uma “anistia” a possíveis irregularidades e desvios cometidos desde a criação do benefício, em 2001.

As notas não serão reproduzidas na internet, mas as informações estarão disponíveis em uma planilha, em formato semelhante ao adotado no Portal da Transparência, do governo federal. Este serviço divulga, entre outros, os gastos com cartões corporativos, citando o CNPJ dos fornecedores.

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Câmara recua e terá de entregar CNPJ de notas entregues por deputados

Obama lança pacote de US$ 9 para auxílio a mutuários

De O Estado de S.Paulo

O presidente Barack Obama anunciou ontem um plano de US$ 75 bilhões para ajudar até 9 milhões de mutuários a não perderem as casas por falta de pagamento. O plano prevê também US$ 200 bilhões do Tesouro e do Fed, aprovados no ano passado, para comprar títulos lastreados em hipoteca e ações da Fannie Mae e Freddie Mac, com o objetivo de manter as taxas de financiamento baixas.

“Este plano não vai salvar todos os lares, mas vai dar a milhões de famílias fadadas à ruína financeira uma chance de se recuperarem”, disse Obama em discurso no Arizona, um dos Estados mais afetados pela crise imobiliária. “O plano vai evitar que essa crise cause um dano ainda maior à economia e, ao reduzir a taxa de execução de hipotecas, vai estabilizar os preços dos imóveis para todos.”

No fim do ano passado, pouco mais de 9% dos financiamentos imobiliários nos EUA estavam com prestações atrasadas. Um total de 8,1 milhões de casas e apartamentos, ou 16% de todos os imóveis financiados, podem entrar em execução de hipoteca até 2012, segundo o Credit Suisse. A crise “destrói o sonho americano”, disse Obama.

O plano foi considerado “ambicioso” por analistas. No programa de estabilização de hipotecas, serão US$ 75 bilhões para subsidiar refinanciamento de hipotecas e reduzir as parcelas a 31% da renda dos mutuários. O programa dará incentivos de US$ 1 mil para cada hipoteca em risco de inadimplência que for renegociada, e mais US$ 1 mil por ano, durante três anos, para hipotecas que continuarem com os pagamentos em dia. No refinanciamento, a parcela não poderá ser superior a 31% da renda do mutuário (o banco arca com o equivalente a 38% da renda do mutuário, e o governo subsidia o resto, paga a diferença entre os 38% e a parcela final, de 31%). O mutuário também recebe incentivo para manter os pagamentos em dia: US$ 1 mil deduzidos do principal por ano, durante cinco anos.

Além disso, de 4 a 5 milhões de mutuários com financiamentos da Fannie Mae e Freddie Mac vão poder refinanciar as hipotecas a taxas menores – o benefício, que já existia, será estendido a mutuários cujo valor atual do imóvel é inferior ao total devido no financiamento.

O governo também vai destinar US$ 200 bilhões para fortalecer as duas companhias. Os recursos serão usados na compra de papéis lastreados em hipotecas, mantendo os juros baixos, e para adquirir ações de Fannie Mae e Freddie Mac.

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Obama lança pacote de US$ 9 para auxílio a mutuários

Carga tributária vai a 36,54% do PIB

Da Folha de S.Paulo

Com 36,54%, um ponto acima de 2007, a carga tributária em relação ao PIB (Produto Interno Bruto) bateu novo recorde no ano passado. Estudo do IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário) usou como referência a arrecadação de R$ 1,056 trilhão para um PIB estimado em R$ 2,890 trilhões. O aumento de um ponto percentual ficou dividido em 0,52 ponto para os tributos federais, 0,35 para os estaduais e 0,13 para os municipais.
A carga tributária tem crescido ano a ano desde 2004. O último ano em que houve recuo em relação ao PIB foi 2003, quando ficou em 32,54% -em 2002, havia sido de 32,65%. “Isso quer dizer que o governo avança cada vez mais na riqueza nacional, sem que isso revele efetivamente um aumento substancial da qualidade do serviço público”, afirma o advogado Gilberto Luiz do Amaral, presidente do IBPT, coordenador do estudo. Procurada pela Folha, a Receita não se manifestou. A assessoria de comunicação disse que a arrecadação e assuntos correlatos serão tratados em entrevista hoje.
Embora questione a elaboração de estimativas antes da divulgação dos números oficiais, o ex-secretário da Receita Everardo Maciel, diretor da Logos Consultoria, avalia que a carga tributária “provavelmente aumentou”. Maciel defende que se separe, no assunto, o conceito de pressão fiscal. Segundo ele, houve, no ano passado, aumento real de arrecadação -7,6% apenas no âmbito federal-, e não elevação de alíquotas nem da base de impostos. “Mantida a pressão fiscal, um ponto não é nada.”

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Carga tributária vai a 36,54% do PIB

EUA pedem mais tropas a aliados

De O Estado de S.Paulo

O secretário de Defesa americano, Robert Gates, deve pressionar os 25 países membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) a aumentar o número de soldados no Afeganistão durante a reunião de dois dias que começa hoje na Cracóvia, Polônia. Gates também pedirá mais helicópteros e aviões de carga e tentará convencer seus aliados a levar unidades para áreas mais perigosas, como a região tribal na fronteira com o Paquistão, reduto do Taleban.

Na terça-feira, o presidente Barack Obama anunciou o envio de mais 17 mil soldados ao Afeganistão até o meio do ano para “estabilizar a situação que se deteriora”. Os EUA esperam que a Otan se comprometa a aumentar seu contingente, atualmente em 56 mil homens. Outros 9 mil soldados estrangeiros, que não fazem parte da Otan, também atuam no território afegão.

O reforço de ofensiva precisa ocorrer antes das eleições presidenciais e provinciais afegãs, marcadas para 20 de agosto. Itália e Alemanha adiantaram-se ao pedido dos EUA e anunciaram ontem um aumento de seus efetivos até o meio do ano. Berlim enviará um contingente extra de 600 soldados e Roma, 500.

A Austrália, país que não faz parte da Otan, mas tem mil soldados no Afeganistão, também deu sinais de que poderá reforçar sua força. “Sempre consideramos os pedidos de nossos aliados, mas vamos esperar até que os países da Otan estejam preparados para fazer mais”, afirmou o ministro da Defesa, Joel Fitzgibbon.

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EUA pedem mais tropas a aliados

Aos poucos, Obama forma política para América Latina

Da Folha de S.Paulo

Nos últimos dias, embora não tenha feito da região uma prioridade de seu governo, como prometera na campanha, o presidente Barack Obama vem dando sinais que apontam para a implantação de uma agenda mais progressista para a América Latina. O mais recente veio da reação amena do Departamento de Estado à vitória chavista no referendo de domingo.
Mas não foi o único. No último dia 4, foi apresentada ao Congresso emenda que restabelece o direito de norte-americanos viajarem para Cuba e vice-versa. A medida, batizada Ato Pela Liberdade de Viajar a Cuba, é assinada por três deputados democratas e dois republicanos e está sendo analisada agora pela Comissão de Relações Exteriores da Câmara.
Outras tentativas nesse sentido foram feitas em anos anteriores, mas, nos últimos oito anos, pairavam sobre elas a ameaça de veto de George W. Bush. A medida de agora conta com a simpatia expressa do ocupante da Casa Branca. Obama declarou que um ato como esse poderia ser o primeiro sinal efetivo da distensão que ele pretende promover nas relações EUA-Cuba.
Também no campo doméstico o estado de espírito parece mudar. Na semana passada, em entrevista-surpresa ao apresentador de uma rádio de língua espanhola na região de Chicago, o presidente concordou que mudanças na atual lei de imigração são necessárias para um tratamento mais justo dos latinos em situação irregular nos Estados Unidos.
Um dos assuntos da conversa foram as blitze que, segundo cálculos de entidades de defesa de imigrantes, nos últimos anos, prenderam ou deportaram cerca de 100 mil pais sem documentos de permanência que por isso foram separados dos filhos nascidos nos EUA.
Indagado pelo radialista Rafael Pulido, nome artístico “El Pistolero”, se pretendia fazer alguma coisa a respeito, Obama disse que “levará em conta alguns dos danos que estão sendo impostos a famílias que estão aqui basicamente por conta da falta de empregos no México”. O discurso é oposto ao pensamento predominante entre os republicanos.

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Aos poucos, Obama forma política para América Latina