O nosso desastre diplomático

O governo brasileiro, quando se refere a tudo que envolve conflito de interesses diplomáticos, tem sido um verdadeiro desastre. Ações que justificam essa asseveração são encontradas desde o alinho ideológico com as Farc – e isso se corrobora através do Foro São Paulo –, passando pela visita de Lula ao Oriente Médio – oportunidade na qual Nossa Alice [no país das maravilhas] nem sequer pôs os pés na única democracia da região: Israel. Sub orientação de Celso Amorim, Lula preferiu visitar apenas as ditaduras do continente. Devemos lembrar também que, em 2005, Amorim tentou colocar Luis Felipe de Seixas Correa na OMC. Claro: fracassou. No mesmo ano, o Brasil indicou João Sayad para a presidência do Banco Interamericano de Desenvolvimento. Outro malogro. Dos países-membros, apenas um votou no Brasil: a Argentina. A cereja do bolo fica por conta do status de refugiado concedido por Tarso Genro ao terrorista Césari Batistti. É o exemplo descarado da dominante extrema esquerda no governo.

A cantilena à qual Tarso recorre para justificar seu ato injustificável agora é endossada, também, pelo PT. Pronto: agora a festa está completa. Como diz um velho e conhecido refrão: se cobrir vira circo e se cercar vira hospício.

Cesari Bastistti foi condenado na Itália por quatro homicídios, enquanto ainda pertencia ao PAC (Proletários Armados pelo Comunismo). Fazendo uma comparação didática, o PAC equivale ao PCC. Logo, conceder refúgio a Batistti equivaleria a, hipoteticamente, a Itália conceder esse, digamos, privilégio a Marcola.

Batistti foi julgado e condenado por Estado democrático. É mentira que o governo italiano, portanto, não tenha isenção necessária para julgar o caso. A perseguição a Batistti, por lá, é feita pelas Brigadas Vermelhas; e isso seria um ponto a favor da concessão de refúgio ao assassino. Ham, sei… Se Batistti está jurado de morte na Itália não é função do Brasil protegê-lo, mas, sim do governo italiano. Mas quê… como sabemos, o PT tem uma quedinha pelo extremismo e sempre faz o que (não) pode para se manter fiel a esse sistema de idéias bocó; mesmo que, para isso, derramamentos de sangue sejam desconsiderados.

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