DE VOLTA

Queridos, abandonei-os por uma semana, não é mesmo? É, admito: fui acometido pela síndrome do ziriguidum. Troquei a noite pelo dia e me ficou impossível conciliar a dura rotina de blog e viagem, hehe.

Volto depois de uma semana na calmaria peculiar de um sítio localizado no meio (mas no meio mesmo) do mato. Longe dos tamburis e confetes, entregue ao doce canto dos pássaros ao amanhecer e a um espetáculo de crepúsculo com límpidos céus no anoitecer. Apesar de tudo isso, o urbanóide aqui já estava com saudade do cheiro de fumaça de caminhão, buzinas no semáforo, congestionamento, sirenes, enfim, essas coisas todas inerentes ao cotidiano de São Paulo.

Acordar no meio do mato e, ao abrir a janela, dar de cara com um matagal a sua frente repleto de ipês é impagável. Ah, mas que saudade de acordar e dar de cara com essa selva de pedra. Igualmente à meia-noite, ao olhar as trevas dos bosques ao redor. Que nada! Eu gosto de olhar a Paulista meia-noite, sempre iluminada, com gente pra lá e pra cá como se o dia não tivesse hora para acabar.

Essa viagem me serviu para agregar valores; valores cuja aquisição me custou algumas lágrimas, confesso. Volto comovido.

Entenderão ao ler o post abaixo.

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