O PPS PASSA DO LIMITE DO ACEITÁVEL

O PPS, antigo apoiador de Lula, acusa o atual governo de querer mexer na poupança como fez Collor. Tal acusação trata-se de um despropósito. Ao tentar deturpar a verdadeira intenção de Lula, o PPS apela a um sensacionalismo político dispensável. Trazer à população a idéia de um possível confisco na poupança em plena crise econômica mostra a mediocridade a que estão entregues as oposições no Brasil. Fazer política não é fazer falsos alarmismos; ainda mais levando em consideração o baixíssimo nível educacional do povo brasileiro – desconhecedor dos processos inerentes à macroeconomia.

O que Lula pretende fazer é reduzir os lucros da poupança, não confiscá-los. No entendimento do governo, se os rendimentos da poupança forem reduzidos, haverá mais espaço para a queda de juros. Fazendo isso, Lula impede que a poupança se torne um investimento mais atrativo que os fundos cujas operações de compra envolvem títulos públicos. O que ainda não está muito claro é como será feira essa redução. Mas nada disso tem a ver com o confisco promovido por Collor nos anos 90.

É lamentável que um partido político use, de certa forma, a ignorância do povo em assuntos econômicos para fazer terrorismos baratos e sem fundamento. Os demais partidos de oposição não podem ficar pusilânimes frente a essa mentira que está em divulgação em rede nacional.

Criar medo na população em uma época onde a confiança do consumidor titubeia ultrapassa todos os limites do aceitável.

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