QUANDO A DIPLOMACIA NÃO RESOLVE MUITA COISA

Enquanto parte da imprensa e dos esquerdistas bocós (seria redundância chamar esquerdista de bocó?) se davam ao trabalho de pressionar os Estados Unidos para que acabassem com os embargos a Cuba, o regime ditatorial comunista de Pyongyang avançava em sua nada cega obstinação nuclear. Cuba é irrelevante. A Coréia do Norte não é.

Nesta segunda-feira, o Conselho de Segurança da ONU se reúne para discutir ações que deverão ser tomadas contra Pyongyang. A ladainha já é conhecida. Tudo se limitará a sanções; sanções estas que, até agora, não surtiram nenhum efeito.

O papo de que a melhor saída é sempre a diplomacia é pura mistificação. Foi por excesso de diplomacia do democrata Bill Clinton que a Coréia do Norte passou a ser uma ameaça atômica. Deve-se optar por diplomacia quando os dois lados estão dispostos a seguir o mesmo caminho. Em caso adverso, o caminho deve ser o das pedras. King Jong-Il sempre se mostrou indiferente às tentativas diplomáticas de solução. O valente simpatiza mesmo com a bala, com a ideologia estúpida de avanço atômico, ignorando, para isso, o que pensa a comunidade internacional. Ah, então você quer pugna?”. Não, não quero. Mas como diz o ditado: ci vis pacem, para bellum. Se queres paz, prepare a guerra!

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