FÉRIAS

Este blog volta ser atualizado na segunda-feira que vem, dia 6 de julho.

Até a volta

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AUSÊNCIA

Queridos,

A vida é corrida.

Volto somente na semana que vem.

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AUSÊNCIA

Ato secreto elevou salário de ex-diretor-geral do Senado

Da Folha de S.Paulo

O ex-diretor-geral do Senado Agaciel Maia teve seus vencimentos elevados nos últimos anos por uma série de medidas chanceladas por ele próprio -algumas estão incluídas na lista dos atos secretos da Casa.
De acordo com informações prestadas à Receita Federal pelo Senado, às quais a Folha teve acesso, Agaciel recebeu R$ 415 mil em 2006. Se fosse feita uma média considerando 12 meses mais o 13º, ele teria recebido R$ 31.900 de remuneração mensal -valor mais alto do que o teto do funcionalismo público, o salário dos ministros do Supremo Tribunal Federal, de R$ 24.500.
Pelos dados repassados ao fisco, o 13º salário de Agaciel foi de R$ 25.844 naquele ano.
Em 2007, ele embolsou um pouco menos, R$ 389 mil -média de R$ 30 mil mensais.
Procurado desde sexta-feira, Agaciel disse ontem à noite que todos os seus vencimentos estão de acordo com a lei e que muitos dos benefícios por ele recebidos não são considerados para o cálculo do teto salarial do funcionalismo.
Ele disse ainda que todos os benefícios e extras incorporados a seu salário-base também foram pagos aos demais servidores. “Tudo o que eu recebi passou pela advocacia do Senado. Não há nada errado nos meus vencimentos”, afirmou o ex-diretor-geral.
Ele citou como exemplo indenizações obtidas na Justiça, que são acrescidas à remuneração anual.
Agaciel se dispôs a apresentar à reportagem, nesta semana, todos os documentos que atestariam sua versão.
Em março passado, ele havia dito à Folha que recebia R$ 18 mil líquidos por mês e que seu salário respeitava o teto do funcionalismo. “Eu mantenho essa afirmação. Não há nada de errado”, disse.
A gestão do ex-diretor-geral criou vários mecanismos para aumentar os rendimentos dos servidores do Senado, como pagamentos excessivos de horas extras e cargos em comissões de trabalho.
No ano passado, por exemplo, Agaciel foi agraciado por ele próprio utilizando um ato secreto. Por sua iniciativa, cinco comissões especiais instaladas para realizar “serviços extraordinários” foram transformadas em permanentes.
Agaciel presidia uma delas, recebendo por isso um adicional mensal de R$ 2.300. O ato que originou as comissões, criadas há mais de um ano, só foi divulgado na intranet do Senado no começo deste mês.

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Ato secreto elevou salário de ex-diretor-geral do Senado

Em semana-chave, Sarney tenta conter crise contínua

Da Folha de S.Paulo

O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), considera esta uma “semana chave” para tentar superar a crise instalada na Casa desde sua posse, em fevereiro deste ano.
Para sair da defensiva, diante das acusações seguidas de nomeações de parentes, ele planeja adotar medidas da reforma administrativa do Senado anunciada anteriormente.
Sarney pode anunciar amanhã, por exemplo, a troca do diretor-geral da Casa, Alexandre Gazineo. Dentro de sua estratégia de conquistar apoio dos colegas, deve escolher o substituto em comum acordo com os demais membros da Mesa Diretora do Senado e submeter o nome ao plenário.
Esta foi uma das oito propostas apresentadas na semana passada por um grupo de senadores, classificadas por eles como essenciais para o Senado contornar a atual crise. Sarney também quer definir amanhã com a Mesa Diretora a implementação de outras medidas: auditoria externa em contratos e um plano de redução do número de funcionários.
Sarney quer acelerar a adoção das sugestões da FGV (Fundação Getúlio Vargas), contratada sem licitação para apurar o alto número de diretores no Senado. A proposta principal prevê um corte, até o fim do ano, de até 60% no quadro de servidores da Casa, hoje estimados em 10 mil.
A partir do relatório da FGV, assessores de Sarney estimam que as demissões poderiam chegar a 5.500 servidores -os cortes seriam focados em terceirizados e comissionados.
O presidente do Senado tem sido criticado reservadamente até por aliados diante de sua atitude reativa em relação aos episódios envolvendo a Casa e a ele pessoalmente. Foi aconselhado, por exemplo, a demitir qualquer parente seu empregado na instituição.

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Em semana-chave, Sarney tenta conter crise contínua

Irã já admite 17 mortos em protestos pelo país

Da Folha de S.Paulo

Cresceram ontem as manifestações de cisão na elite política e religiosa do Irã, um dia depois dos mais violentos choques entre policiais e manifestantes desde a proclamação do resultado, questionado pela oposição, da eleição presidencial de 12 de junho.
A TV estatal informou também ontem que dez pessoas morreram, e cerca de cem ficaram feridas, nos confrontos de anteontem. Assim, sábado se tornou o dia mais violento ao longo da semana de protestos em que manifestantes acusam o governo iraniano de ter fraudado o processo eleitoral para permitir a reeleição do presidente Mahmoud Ahmadinejad.
O total oficial de mortos nos confrontos desde o dia 13 é agora de 17 pessoas.
A forte repressão de anteontem, que contou com o apoio de milhares de policiais e milicianos acionados para evitar manifestações nas ruas, se seguiu à ordem do líder supremo do país, o aiatolá Ali Khamenei, de que cessassem os protestos.
Khamenei havia alertado na sexta que novas manifestações seriam “um erro” e que os participantes de passeatas seriam “responsáveis por derramamento de sangue e caos”.
Antes da realização das eleições, analistas apontavam que o candidato reformista derrotado, Mir Hossein Mousavi, era um forte oponente para Ahmadinejad.
Porém, duas horas após o fechamento das urnas, a agência estatal de notícias já declarava a reeleição do presidente. O resultado oficial deu a Ahmadinejad 63% dos votos, contra 33% de Mousavi.
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Irã já admite 17 mortos em protestos pelo país

Radicais islâmicos levam caos à Somália

De O Estado de S.Paulo

Líderes do grupo radical islâmico Al-Shabaab – acusado de ter ligações com a Al-Qaeda – prometeram ontem atacar qualquer tropa estrangeira que responda ao apelo por ajuda militar lançado há dois dias pelo governo somali.
Os contínuos ataques à capital, Mogadíscio, provocaram o caos no sistema de saúde de um país que é considerado falido desde 1991 e onde a expectativa de vida não passa dos 47 anos, 13 a menos do que no Iraque.

A violência fez com que a maioria dos médicos abandonasse o país. “A falta de segurança levou à fuga de mais de 70% dos profissionais”, disse o cirurgião somali Mohamed Yusuf, que trabalha para o Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) no principal hospital da Somália, o Medina, em Mogadíscio, onde os 80 leitos são disputados diariamente por mais de 200 pacientes.
O sistema de saúde da Somália é virtualmente inexistente. A Organização Mundial da Saúde (OMS) não consegue sequer reunir dados confiáveis sobre o gasto anual do governo local com saúde pública.
O país tem menos de 2 dentistas para 10 mil habitantes. No Iraque, a proporção é de 14 para 10 mil e no Afeganistão é de 5 para o mesmo grupo. Apenas 28% dos somalis têm acesso a cuidados médicos.
Para compensar a falta de estrutura, médicos do CICV e da ONG Médicos Sem Fronteiras (MSF) têm se dedicado a passar seus conhecimentos para o maior número possível de profissionais locais. Mas mesmo estas organizações são muitas vezes impedidas de entrar na Somália pela falta de condições mínimas de segurança.

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Radicais islâmicos levam caos à Somália

Obama diz que EUA estão preparados caso Coréia do Norte ataque o Havaí

De O Estado de S.Paulo

O presidente norte-americano, Barack Obama, disse ontem, em entrevista à rede de TV CBS, que os EUA estão totalmente preparados caso a Coreia do Norte lance mísseis em direção ao Havaí. “Esta administração – e nossos militares – está totalmente preparada para qualquer tipo de contingência”, respondeu o presidente, ao ser indagado sobre um eventual ataque em 4 de julho. Pressionado se esta era uma advertência militar, Obama disse que não, mas deixou claro para a população que o país está preparado.

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Obama diz que EUA estão preparados caso Coréia do Norte ataque o Havaí