Ataque a área palestina deixou mais de mil mortos. (COM UMA PEQUENA DESMISTIFICAÇÃO)

De O Estado de S.Paulo. Volto depois

A última ofensiva militar israelense contra o grupo radical Hamas na Faixa de Gaza teve início no dia 27 de dezembro e foi uma resposta aos repetidos lançamentos de foguetes Kassam a partir do território palestino contra áreas civis de Israel. Até o fim da guerra, no dia 18 de janeiro, mais de mil palestinos tinham morrido, a maioria civis. Do lado israelense, foram registradas 13 mortes. O conflito foi marcado por acusações de violações às normas da guerra feitas pela ONU e por diversas ONGs de direitos humanos contra ambos os lados. Num dos episódios mais controvertidos, o Exército israelense foi acusado de atacar uma escola da ONU um dia antes do anúncio do cessar-fogo. Israel rejeita essa versão. Autoridades palestinas calculam que o custo da reconstrução da Faixa de Gaza chegue a US$ 2 bilhões.

Que coisa, não! Cita-se na matéria que a maioria dos mortos na área palestina foram civis, mas omite-se que a culpa das mortes desses civis foi justamente do Hamas, que utilizava mulheres e crianças como escudos humanos. Israel sempre passa pelo país impiedoso, assassino de criancinhas indefesas.

Sobre a violação das normas internacionais de guerra vale lembrar que até hoje não há nada conclusivo. “Ah, mas e o vídeo onde os soldados israelenses confessaram ter cometido abusos?”. Ora, mais uma inconclusão. Há de ser investigado se essas ações foram atos independentes de alguns soldados ou recomendação do governo israelense. Creio que a primeira hipótese seja a mais provável. Essa gente que luta contra a atuação de Israel em Gaza no período de 27 de dezembro a 18 de janeiro é a mesma gente que vive pregando a tal “proporcionalidade” das reações em guerra. No pensamento dessa turma, se um foguete palestino matou dois israelenses, Israel não tem o direito de matar mais do que duas pessoas do lado de lá. Pura babaquice! Não existe nenhum princípio de guerra – nem na ONU – cuja exigência seja o respeito à proporcionalidade nos ataques. E, cabe lembrar, se existisse, seria uma tolice, uma verdadeira afronta à soberania de todos os países no que se refere à defesa de seus territórios.

E as criancinhas na escola ONU? Bem, mais uma mentira jogada contra Israel. A bomba foi atirada do lado de fora da escola, e não contra a escola. Motivo? Simples: o Hamas havia montado um QG nas proximidades. É prática recorrente dessa guerrilha montar quartéis próximos de locais com bastantes crianças e mulheres. Assim, qualquer bombardeio contra um quartel do Hamas será tido como um ataque às indefesas criancinhas e às mulheres palestinas. Mas isso tudo não importa! Sanguinário, de fato, vocês sabem, é Israel.

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