O RELATIVISMO DO PETISMO. ISRAEL NÃO PODE POVOAR A PALESTINA, MAS O IRÃ PODE MASSACRAR A OPOSIÇÃO E MATAR HOMOSSEXUAIS

Em julho, mês em que o ministro das Relações Exteriores de Israel, Avigdor Liberman, visitou o Brasil, o secretário de Relações Internacionais do PT, Valter Pomar, chamou Liberman de fascista e racista em entrevista concedida ao jornal israelense Haaretz. À época, Pomar chegou a conclamar as esquerdas do Brasil para uma manifestação contra a visita do ministro de Israel.

Semelhante atitude de Pomar não se vê agora, quando o foco é a visita do facínora iraniano Ahmadinejad.

O que dizer, então, sobre o massacre encabeçado por Ahmadinejad à oposição iriniana, que foi às ruas protestar pacificamente contra as eleições fraudadas?Há relatórios que tratam de tortura brutal e violência sexual contra homens e mulheres na prisão. Os capangas de Ahmadinejad teriam, inclusive, matados muitos dos prisioneiros. Em alguns casos, os corpos haviam sido tão espancados que foi impossível a familiares reconhecer seus entes. Por que Pomar não chama Ahmadinejad de fascista?

E os homossexuais? No Irã, eles simplesmente não têm o direito de viver. Muitos deles foram violentados e mortos na forca depois de descobertos. Por que Pomar não entende isso como uma política fundamentalista racista?

O fato é que nem Valter Pomar e nem o PT, até agora, se posicionaram tão veementemente contra a visita de Ahmadinejad ao Brasil como se viu no episódio da visita de Liberman. A desfaçatez pró-Irã chega ao extremo de omitir os horrores que os valentes daquele país já fizeram aqui na América do Sul. Enquanto petistas atacam Israel, ninguém do PT tece uma medíocre palavra sobre a explosão da embaixada israelense na Argentina no começo dos anos 90.          29 pessoas morreram e 243 ficaram feridas. Em 1994, outro ataque em Buenos Aires, dessa vez suicida, matou 85 civis inocentes em um centro cultural judaico. Os responsáveis pelos ataques terroristas foram identificados pela Interpol, mas até hoje Ahmadinejad se recusa a entregá-los. Mais: de pirraça, Ahmadinejad nomeou um dos suspeitos, Ahmad Vahidi, como Ministro da Defesa.

Por que relembro desses fatos? Simples, porque essas desgraças só ocorreram em virtude de a Argentina ter dado uma pequena abertura ao Irã.

Lula se tornou uma benção na vida de Ahmadinejad. Graças a ele e a Celso Amorim, essa jóia rara da nossa diplomacia, o terrorista iraniano poderá começar a recuperar influência na América do Sul, contando, para isso, com o inegável apoio petista.

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