OS GAYS, SILAS MALAFAIA, MOVIMENTOS SOCIAIS E O SER HUMANO

Há quase dois anos, escrevi, aqui no blog, um post em que apontava o pastor Silas Malafaia como um grande movedor da massa evangélica. (Leia aqui). Os jovens da Rússia tinham Bakunin. Os mais velhos, tinham Lênin. Os camponeses italianos tinham Gramsci. Os soldados do Exército Vermelho da União Soviética tinham Trótski. Todos eles, reunidos, tinham Marx. Os evangélicos têm Silas Malafaia.

A lei

O mote do escarcéu é o Projeto de Lei n.122, que define os crimes resultantes de preconceito, raça, cor, orientação sexual, procedência nacional, etnia, credo religioso e identidade de gênero. A redação da lei é escandalosa. Cria uma espécie de hiperproteção, principalmente aos homossexuais, facultando-lhes, por exemplo, o direito de processar uma empresa pelo o simples fato de uma eventual não-contratação. Isso porque tal gesto pode ser interpretado como manifestação de homofobia. Mas e se não for homofobia? Pois é, até se chegar a essa conclusão, que o processo corra na Justiça.

Eu sou contra esse PL. Creio que ele possa ter um sentido kafkaniano: na intenção de conter manifestações de homofobia, tal legislação acabe incentivando aversão aos gays. Isso porque, se aprovada, a norma poderá tomar um caráter leonino. Mais: assim como há héteros que se aproveitam abusivamente de circunstâncias que lhe são favoráveis, provavelmente surgirão homossexuais impondo suas vontades como imperativo categórico.

Mas, vejam que coisa interessante: apesar de eu ser contra o projeto, não sou contra os gays. Não uso de mistificação para corroborar meu descontentamento com a lei e nem recorro a retórica de massas para mobilizar multidões. Mas Silas Malafaia usa. Se há gente que cai em suas armadilhas intelectuais, paciência. Eu não caio. Cansei de ver o pastor analisar o PL e dar justificativas para que a sociedade se mobilize contra a “mordaça gay”, como ele diz. Uma de suas falácias é que homossexualismo é questão comportamental. Ou seja, para Malafia, o sujeito escolhe ser gay.

Nada de escolha

Fico cá pensando com meus botões: se houvesse escolha, provavelmente, gay optaria por ser heterossexual. Afinal, por que escolher o caminho das pedras — viver num mundo de discriminação familiar e social — se se  pode ser mais feliz no caminho dos girassóis?

Lembro-me da época em que eu era criança. Tinha apenas sete anos e estava na primeira série do ensino primário (ainda é assim que se chama?). Havia um aluno em minha sala que adorava brincar com as meninas. Seu comportamento e atitudes eram inerentes a uma certa feminilidade: fazia questão de manter coloridos com rosa e vermelho os garranchos em seu caderno, sentia-se bem ao mexer nos longos cabelos da professora; ao caminhar, relaxava sua cintura, dando um movimento elástico atípico para trejeitos masculinos; e, por fim, sempre que ia falar qualquer coisa, um “ai” antecedia seu discurso, sempre finalizado com uma queda de voz delicadamente marcada por um sonoro timbre de “m”. Exemplo: “vocês não achamm?”, “que legalmm”, “divertido, néam (né)?”.

À época, logicamente, eu não tinha nenhum discernimento. Hoje, bem sei do que se tratava. Pergunto: uma criança de sete anos, sem malícia, sem conhecimento do mundo, sem, ainda, recursos maduros que a ajude a formar qualquer tipo de pensamento mais complexo relacionado à vida, teria condições de “optar” pelo homossexualismo? Um ser que ainda vê diversão em colorir uma casa desenhada pelo próprio punho seria capaz de controlar seus anseios internos e deixar de ser o que é naturalmente? Não, queridos. Evidente que não. Homossexualismo é orientação, não escolha. Silas Malafaia recorre à conversa cromossômica para amparar sua tese. “Existe cromossomo macho e cromossomo fêmea. Não existe cromossomo gay”, disse o pastor em entrevista num programa do SBT. Quão densa a tese do valente, não? Consegue ser tão profunda quanto um pires.

Religião

Alguns leitores deste blog são meus amigos pessoais. Devem estar, neste momento, com uma interrogação lhes martelando o juízo: “mas, Leandro, você não é cristão?” (crente, não; cristão, sim). Sim, sou cristão. E, vejam que formidável: um dos princípios mais imiscuídos por Paulo era justamente a tolerância. Sou cristão, mas também sou contra vários dogmas alinhados com o pensamento cristão. Sou darwinista, por exemplo. Não acredito na assunção de Maria, tampouco que o Apocalipse acontecerá – ele já aconteceu, e foi na época de Nero.

Também não sou contra aquilo que, no entendimento do pastor Silas Malafaia, é uma aberração: manifestação de afetividade homossexual em uma praça pública, por exemplo. E aqui lá vai mais uma historinha. No início do ano, voltando da viagem de Ano Novo, parei no Castelinho da Pamonha. À minha frente, na fila do caixa, havia um casal de namorados – ou noivos, sei lá – heterossexual. Os dois se beijavam com uma volúpia de fazer inveja àquelas atrizes atrevidas dos filmes de entretenimento adulto. Eu escutava o estalar de suas línguas, o borbulhar de suas salivas. O rapaz tinha uma barba por fazer. Pus-me a imaginar a festa das bactérias naqueles pêlos, resultado das sobras alimentícias do almoço. Eu já estava prevendo o momento em que a língua da moça encarregar-se-ia de fazer uma lavagem no estômago do marmanjo, tamanha era sua elasticidade. E as mãos-bobas também faziam a festa. Senti-me ofendido? Não, nenhum um pouco. Mas eu não era obrigado a testemunhar tão escandalosa “declaração” de amor em um local inapropriado. Logo, demonstração de afetividade em público não é um “mal” exclusivo dos gays. Ou todos se comedem – inclusive os héteros –, ou vamos nos converter logo ao puteiro geral, como diria Timão de Atenas, de Shakespeare.

Manadas mobilizadas

Ao mesmo tempo em que passo uma descompostura na maneira Silas Malafia de ser contra o PL, também sou radicalmente contra ditos movimentos sociais. Nunca gostei dessa história de um grupo falar em nome de uma coletividade. Eu adoraria saber, por exemplo, o que a UNE pensa que é para falar em meu nome. Nunca conferi a àquela gente nenhuma outorga para defender uma causa. Quem lhes confere legitimidade para representar os estudantes? Não me sinto representado por grupo – e nem quero!!! – cujo comando está nas mãos dos PC do B.

Grande parte do ônus de culpa à hostilização contra homossexuais se deve justamente a entidades que falam em nome dos gays. O Grupo Gay da Bahia é um exemplo disso. No ano passado, divulgaram à imprensa um levantamento duvidoso, tentando empregar a pecha de que o Brasil é um dos países onde mais se matam gays. Recupero trechos da reportagem da Folha da época – abril/2009 — (em azul). Farei algumas intervenções no decorrer do texto.

Relatório do GGB (Grupo Gay da Bahia) aponta que foram assassinados 190 homossexuais no ano de 2008 no Brasil — um a cada dois dias. O número é 55% maior que o registrado pela ONG (organização não governamental) em 2007, quando foram registrados 122 crimes do tipo. Das vítimas, 64% eram gays, 32% travestis e 4% lésbicas.
Levando em consideração que, no País, 50 mil pessoas são assassinadas anualmente, então 190 homossexuais mortos representariam 0,38% desse total. Agora especulo: vamos supor que, dentre os 50 mil mortos, 0,40% usassem óculos. Pela lógica do GGB, isso é motivo pra pânico. O Brasil seria o país em que pessoas com astigmatismo e miopia são vítimas de perseguição e morte!!!

Dados do GGB mostram o Brasil como o país com maior número de crimes homofóbicos, seguidos do México — com 35 — e Estados Unidos, -com 25. Mesmo extra-oficial, o relatório da associação é utilizado em citações da Secretaria Nacional de Direitos Humanos.
Não é apenas Silas Malafia que recorre à vigarice intelectual. Vejam que coisa: o GGB situa o Brasil como o país onde mais ocorrem crimes homofóbicos no mundo. Estaríamos à frente do Irã, onde gays são massacrados na maior sem-cerimônia, inclusive, com aval de Ahamadinejad?

Eis aí um exemplo de entidade pró-gayS, mas que dissemina informações que servem de alimento para quem não gosta… dos gays.

Muitos movimentos sociais merecem ficar à míngua, sem ninguém, sequer, para assistir ao formidável enterro de suas últimas quimeras. Essa cambada se auto-proclama representantes de determinados grupos e propõem leis, fazem lobby, muitas vezes, ganham dinheiro explorando pessoas que nunca lhes conferiram o direito de representar ninguém. Eu peso 75 quilos. Do jeito que andam as coisas, não demorará a surgir um grupo para falar em nome das pessoas que pesam 75 quilos!!! Lixo de sociedade…

Sou contra reduzir o ser humano em categorias.

Eu não me relaciono com gays, com pretos, com gordos, com míopes, com esquerdistas, com direitistas… nada disso. Eu me relaciono com pessoas. As pessoas em suas essências, sem classificá-las em categorias, é a única coisa que me interessa.

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OS GAYS, SILAS MALAFAIA, MOVIMENTOS SOCIAIS E O SER HUMANO

26 pensamentos sobre “OS GAYS, SILAS MALAFAIA, MOVIMENTOS SOCIAIS E O SER HUMANO

  1. Silvia Lakatos diz:

    Fiquei apavorada com a maior parte dos posts. Quem odeia gays certamente odeia também outras pessoas, por outros motivos. Que medo! E o uso de argumentos bíblicos para justificar a homofobia é simplesmente ridículo. Afinal, a Bíblia também apregoa, em alguns trechos, que se use vara para castigar criança, que o filho desobediente seja apedrejado em praça pública… Enfim, querer aplicar na sociedade atual os preceitos formulados há milhares de anos para normatizar o comportamento de uma sociedade arcaica não é apenas absurdo e contraproducente: é também perigoso, pois significa um compromisso com o retrocesso.

  2. paulodingler diz:

    esta criatura e doente , safada e usa de pele de cordeiro para disimular o lobo sanguinario que e e incrivel que se de espeço pago com o dinheiro de gente simplis e na maioria semi analfabeta para se propagar odio e rancor contra seres humanos ja que o mesmo se intitula deus.

  3. abrindo o coração diz:

    Cara, eu detesto teus textos. Julgo eles muito prepotentes, arrogantes, com uma linguagem agressiva. Sim, acho que você se acha muito o dono da razão.
    Mas sou obrigado a concordar PARCIALMENTE com você. E digo o porque disso:

    REPOSTA DO BLOG: Fui obrigado a cortar o comentário do rapaz a partir daqui. Se o infeliz se atrever a soltar tamanhos impropérios contra gays, evangélicos ou qualquer outra pessoa novamente, seu IP será tornado público. E quem entende do assunto, sabe que de nada adianta o IP ser ou não dinâmico.

    Aqui, neste blog, entra e fica quem EU quero. Vigaristas, comigo, não têm vez. Envio todos direto ao lugar de onde jamais devem sair: o pasto.

    Cordialmente,

    Leandro Vieira

  4. sidinei moura diz:

    Esse tal de LGBT é uma vergonha ! Quem quiser fazer o quiser, que faça, mas que não encha o saco de ninguém querendo passar por normal.

  5. Suélen diz:

    Primeira vez que comento, mas leio o blog todo dia.

    Estou comentando porque o texto está simplesmente perfeito. Sintetiza exatamente o que penso em relação às liberdades individuais e sobre a cada vez maior intromissão do estado na nossa vida.

  6. Gean Mutsami diz:

    Parabéns! É raro encontrar análises que juntem lucidez, razão, equilíbrio e foco quando o tema é tão controverso. O seu texto, além de muito bem escrito, ajuda a pensar, refletir sobre a sociedade.
    Mais uma vez, parabéns, meu caro.

  7. Cláudia Apulcro diz:

    Eu não tenho nada contra gay, mas contra o gayzismo eu tenho tudo. Esse PL 122 é fruto de lobby não dos homossexuais, mas do gayzismo, que quer empurrar sua opção sexual goela abaixo dos heterossexuais.

    Vivemos numa democraia? Vivemos. Mas é preciso que as raízes das preferências fiquem bem definidas e que não se confundam com condição pessoal e ondição de Estado.

    O gayzismo quer, sim, calar a voz de todos. É, sim, uma “mordaça gay” na sociedade. Sou católica, mas concordo com o pastor Malafaia. Se eu perder o simples direito de ciriticar conduta do gay, aonde vamos parar? Eu posso falar mal de senador, não posso falar mal de gay?

    E não denote esse “fala mal” como discriminação. Seria apenas um forma de justificar porque não acho a prática homossexual uma meio de vida normal para os meus parametros.

  8. Pastor Valdir diz:

    Meus Deus!!!!
    Uma minoria como os gays não podem impor ssuas vontades para a maioria. é difícil entender isso?

  9. indignado diz:

    E a liberdade de expressão? E a liberdade religiosa, que INCLUI a liberdade de posicionamento explícito a questões como o homossexualismo? Que hipocrisia é essa, minha gente?

    Essa campanha insidiosa pró-homossexualismo toma passos largos, mas seus proponentes não escaparão da punição por esse estilo de vida nojento e pecaminoso. Deus pode livrar uma pessoa do jugo do pecado homossexual, mas apenas a quem sinceramente O busca! O pecador é indesculpável.

  10. Carlos Eduardo diz:

    Há os fundamentalistas GAYS que o que vale para eles é amão única, que garante a eles, por exemplo, o direito deles de cuspir na cruz. Evidente que nem todo gay tem comportamento fundamentalista. Gostaria de parabenizar o pastor silas malafaia por patrocinar causa tão importante para todos.

  11. Oliveira diz:

    Nesse país podemos, graças a muitos mártires, falar abertamente sobre nossas convicções. Hoje, com o devido recato ou sem ele, podemos criticar os governos, os representantes políticos, o professor ou professora, o padre, o pastor e até o “santo” padre Benedictus.
    Como pode uma minoria (ou maioria), seja ela qual for se arvorar no direito de não ser passível de críticas ou comentários?
    Se tivermos que ser reféns de quaisquer que sejam será o fim do mundo…

  12. DCS Kpollu diz:

    Esses grupos que reivindicam o direito de falar sobre o direitos dos outros, logo logo, também vai querer pleitear cotas para gays em universidades, para fazer justiça histórica como eles vivem dizendo.

    Os próprios gays precisam condenar esses movimentos, pois eles partem de um pricípio de que nada de socialmente justo será feito se não for através de imposição.

    Os humanistas perderam o juízo.

  13. Vinícius diz:

    Deus criou homem e mulher para que possam viver juntos como casal HETEROssexual. Apoiar casais HOMOssexuais me soa muito modernismo. Prefiro ficar com Deus mesmo.

  14. Bruno diz:

    “Os jovens da Rússia tinham Bakunin. Os mais velhos, tinham Lênin. Os camponeses italianos tinham Gramsci. Os soldados do Exército Vermelho da União Soviética tinham Trótski. Todos eles, reunidos, tinham Marx. Os evangélicos têm Silas Malafaia.” KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

  15. Célio Zimbick diz:

    Em outros tempos, manifestações contrárias a comportamentos de certos grupos eram feitas com mais cidadania. Vivemos em tempos onde o cabresto religioso impera de tal modo que a visão de mundo fica para trás. Tudo evolui, menos certos setores da Igreja.
    Antes, tradicionais igrejas evangélicas obrigavam suas fiéis a se vestirem quase igual às mulheres mulçumanas. Hoje em dia, não. Já se pode usar saias até os joelhos. Que evolução, não é mesmo?
    Já se tolera brincos, se toela calças compridas para as mulheres, se tolera maquiagens, se tolera meio copinho de cerveja, mas não se tolera o ser humano em sua natureza, em sua condição.
    É lamentável!
    Seu post é lapidar.
    Assinado Sérgio Zimbick, heterossexual, casado, pai de dois filhos heterossexuais.

  16. Jaime diz:

    Brilhante. Já passou da hora dos almofadinhas evangélicos saberem que a Bílbia não está acima da Constituição.

    1. mágdiel diz:

      quando a contituição foi escrita?
      matar é crime?(para a constituição)
      uma multidão enfurecida por causa de um crime bárbaro pode fazer justiça com as própias mãos?
      são apenas algumas perguntinhas para vc raciocinar.
      em que se baseia a contituição brasileira? qual a sua fundamentação teórica e prática?
      se vc conseguir responder a estas peguntas com um minimo de coerência, eu concordarei com v que a constituição está acima da Biblia.

  17. Gay enrustido diz:

    Minha família inteira é evangélica, mas sou gay. Sei perfeitamente como é estar no meio de pessoas que condenam essa prática e eu não poder expressar o que sinto. É difícil.
    Obrigado pelo texto. Vou encaminhar ele para muitas, mas muitas pessoas.

  18. André Azevedo Nascimento diz:

    A bancada evangélica no Congresso, além de carrear preconceito contra os evangélicos sérios e que não babam contra seus opositores com a Bíblia na mão, também quer muito PODER. Por que razão eles querem tanto a não-aprovação da lei anti-homofobia?
    Para mostrar que PODEM, no futuro, fazer deste país um Estado teocrático. Há muitos equívocos por parte de alguns militantes homossexuais, mas é injusto tomar todo um grupo de pessoas por conta de uma ou outra voz equivocada.
    Não quero que a lei anti-homofobia sirva para tolher ainda mais o humor ralo e rasteiro que predomina no Brasil. Quero, sim, que pessoas tratadas feito anormais possam ser encaradas por suas qualidades e defeitos, não devendo ser desqualificada unicamente por conta de sua orientação sexual.
    No mais, parabéns ao anônimo que falou sobre o fato do Direito brasileiro não proibir as uniões homoafetivas, ao contrário do que certos juristas dizem.

  19. henrique toledo diz:

    Parabéns! Onde assino? Seu texto é panfletário. Muita gente descabeça precisava ler esse seu post. Você escreveu exatamente o que penso, cheguei até a ficar com raiva pelo o fato de tudo não ter sido escrito por mim, rsrsrs.

  20. Anônimo diz:

    Você disse que homossexualismo não é opção, é orientação. Será?

    Certa vez, Clodovil declarou para a Veja: “Sofri muito com o câncer, mas foi algo que eu mesmo causei. Acho que aquilo aconteceu como uma forma de eu tentar me redimir da minha homossexualidade.”

    ei lá o que ele quis dizer com tud isso. Mas por que ele sentiria vontade de se redimir de algo de que não teve culpa?

  21. Fátima diz:

    A mordaça não é o pastor que quer impor, mas, sim os gays. Não somos obrigados e testemunhar suas demonstrações de afeto empraça pública, no metrô e em tudo quanto for local. Imagine um dia seus filhos vendo dois homens se beijando e achando que aquilo é normal, isso pode fazer com que eles queiram se comportar da mesma maneira.
    Estou com o pastor Silas nessa

  22. Formidável, cara. O texto está muito bom e bastante coeso. Tua opinião é bastante parecida com a minha, apesar de alguns pesares.

    Enfim, ótimo blog.

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